Consciência da Morte

No fundo é o ego que teme a morte e com justa razão. Diante da morte, o ego se reduz ao que sempre foi: nada. Porque a morte não é a negação da vida, mas sim a negação do ego. A vida se sustenta com a morte. A vida de nossos corpos se nutre com a morte de animais e plantas, do mesmo modo que estes se nutrem da nossa própria morte."
O filósofo Heidegger nos fala que: "viver não é outra coisa que viver a própria morte. Desde que se nasce, já se é bastante velho para morrer."
Será que, viver não é outra coisa que viver a própria morte?
4 Comments:
TRADUZIR-SE
Uma parte de mim é todo mundo
outra parte é ninguém, fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão
outra parte estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa e pondera
outra parte delira.
Uma parte de mim almoça e janta
outra parte se espanta.
Uma parte de mim é permanente
outra parte se sabe de repente.
Uma parte de mim é só vertigem
outra parte é linguagem.
Traduzir uma parte na outra parte,
é uma questão de vida e morte,
Será arte? Será arte?
Ferreira Goulart
Bastante interessante, dificil de fazer um comentário, é um assunto que evite pensar, talvez erradamente, mas eu sou assim.
Gostei de seu blog.
A.Cristina
Não. É adiá-la.
Aproximamo-nos da morte, logo após o primeiro segundo, do nosso começo de vida!
Não me preocupa morrer! Preocupa-me como morrerei!
Quando alguém das minhas relações, morre rápida e prematuramente, fico feliz porque não sofreu. Porém, a saudade destrói o meu “eu”!
Nunca ninguém se habitua, aceita a morte!
GR
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